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Protagonismo nacional e global

Conquistas da RioBotz em 2026 revelam potencial para mais um ano de recordes

Data de publicação: 13/03/2026
Texto: Renata Ratton
Assessora de Comunicação Institucional da PUC-Rio
Foto da equipe Riobotz Riobotz: mais vitórias para a conta - Foto: divulgação

Todo ano, as vitórias se repetem; e 2026, que ainda engatinha, já está marcado na história da RioBotz, equipe de robótica da PUC-Rio, pela superação e os horizontes expandidos. Em um intervalo de poucas semanas, a RioBotz alcançou o topo do pódio tanto no cenário nacional quanto no internacional, evidenciando uma formação que une rigor técnico a encantamento.

Os voos de 2026 começaram longe, na Nova Zelândia, entre os dias 19 e 22 de fevereiro, durante a Robot Rampage World Cup. Em Auckland, sob a liderança de Matheus Amaral, ex-capitão da equipe, e em uma formação conjunta inédita – que uniu quatro equipes brasileiras em busca de um objetivo comum –, o Touro Feather, robô de 13,6 kg, assumiu o protagonismo decisivo. Com uma performance técnica impecável, venceu três lutas consecutivas contra a armada norte-americana, garantindo ao Brasil um troféu mundial inédito e abrindo caminhos para que futuros engenheiros vejam na colaboração o combustível para grandes saltos globais.

O mini que é o máximo – Já em solo nacional, na 10ª edição da IRONCup, em Santa Rita do Sapucaí (MG), de 6 a 8 de março, a equipe de robótica sagrou-se campeã na categoria Beetleweight (1,3 kg). Em um evento com recordes de inscrição, o destaque foi o veterano Mini Touro (que celebra 20 anos de uma trajetória marcada pela evolução constante).

Fotos de Meggiolaro do Mini Touro Meggiolaro ergue o troféu na IRONCup; na foto ao lado, o veterano Mini Touro - Foto: divulgação

Disputando contra 45 competidores, Mini Touro mostrou que a maturidade de um projeto garante a competitividade em alto nível. A final foi vencida com a pontuação expressiva de 25 a 8, mas, segundo Marco Antonio Meggiolaro, coordenador da Riobotz, o verdadeiro triunfo residiu na capacidade de resposta da equipe: entre a semifinal e a final, o Mini Touro precisou ser reconstruído em apenas 40 minutos.

Para Meggiolaro, que é professor do Departamento de Engenharia Mecânica, essas vitórias são o reflexo de um ecossistema que valoriza a diversidade de caminhos e o espírito coletivo:

– Esses dois resultados mostram a força do trabalho em equipe. Na IRONCup, foi preciso reconstruir o Mini Touro entre a semifinal e a final em apenas 40 minutos para colocá-lo novamente em condições de competir. São conquistas que refletem competência técnica, dedicação e, acima de tudo, espírito de equipe.

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