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Programa de Pós-Graduação em Design
Pós-Graduação
 
 

Projetos de pesquisa Imagem ilustrativa deste item


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Título do projeto: Marcas que afetam: por um Design de Conduta

Descrição do projeto/resumo: Os sentimentos envolvidos na relação das pessoas com o meio projetado vêm se configurando em importante e promissora frente de estudo para o design intitulado “Design e Emoção” e é o foco desta pesquisa. Este estudo começou como uma investigação dos aspectos afetivos envolvidos na relação entre as pessoas e seus carros. A espontaneidade e o interesse demonstrados por nossos entrevistados em relatar experiências associadas a seus carros, foram importantes aliados para a condução de nosso trabalho de campo. Vimos notando, no entanto, que nossos entrevistados costumavam associar estas experiências às marcas dos carros. Assim, demonstravam relacionar a marca FIAT a uma época de suas vidas em que viajaram muito com os amigos ou a marca FORD aos tempos que os filhos eram pequenos. Vimos notando, também, que nossos entrevistados se entusiasmavam com o relato das experiências com seus carros e passavam a relatar experiências diversas com outros produtos de algum modo relacionado aos carros e também agradáveis de lembrar. Vale citar como exemplo a seguinte passagem de relato de um entrevistado: Antes de ir para a fazenda da vovó, meu pai parava num posto Petrobrás bem na esquina lá de casa. Enquanto abastecia, checava pneus e essas coisas, a gente ia pra loja de conveniência comprar o lanche da viagem. Eu lembro( ...) minha mãe comprava Coca-Cola em lata, porque um sempre enjoava e Coca-Cola é bom pra enjôo, né? Coca-cola e Petrobras são uma agradável lembrança na minha vida. Observamos ainda que os sentimentos relacionados às experiências também acabavam sendo associados às marcas. As observações acima apresentadas nos levaram a tomar como foco desta investigação os aspectos afetivos envolvidos na relação entre as pessoas e as marcas. Estas marcas, inicialmente de carros, passaram a abranger também marcas de outros produtos e serviços presentes nos relatos de nossos entrevistados. O foco deste projeto justifica-se também pelo crescente interesse de distintas áreas do conhecimento - tais como a economia, o marketing, a comunicação e o design – em torno do branding: uma maneira de pensar não apenas a marca, mas os produtos e serviços que elas representam e as pessoas que as usam e por elas são afetadas. Diante do exposto, identificamos o interesse e espontaneidade dos entrevistados em relatar suas experiências sobre marcas significativas e as razões pelas quais foram por elas afetados, como importantes contribuições para o campo do “Design e Emoção” e para o desenvolvimento de projetos que afetem positivamente o comportamento, conhecimento e atitude das pessoas.
Professor responsável: VERA MARIA MARSICANO DAMAZIO
Aluno(s) envolvido (s): *LUCAS DO MONTI NASCIMENTO CUNHA

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sub-item Título do projeto: Questões da subjetividade no Design: o desenvolvimento de uma abordagem teórica emetodológica para a pesquisa de aspectos subjetivos envolvidos no planejamento de uma ação de design.

Descrição do projeto/resumo: Este projeto, já em andamento, envolve diversas iniciativas de pesquisa que procuram investigar o papel e a relevância de fatores subjetivos envolvidos no planejamento de ações de design, espacialmente aquelas voltadas para a inclusão social. Mais especificamente, propõe a adaptação e a aplicação de um método de análise do discurso - o MEDS, ou Método de Explicitação do Discurso Subjacente, desenvolvido pela Profa. Ana Maria Nicolaci da Costa, coordenadora do Núcleo de Estudos em tecnologia e Subjetiviadde, do depto. de Psicologia da PUC-Rio - à pesquisa e o planejamento de ações de design. A pesquisa da qual tratamos aqui visa investigar os fatores subjetivos envolvidos no planejamento de uma intervenção de design junto às oficinas de artesanato da linha "Carnaval e Cidadania" da AMEBRAS. A AMEBRAS é uma instituição civil sem fins lucrativos, com sede na Cidade do Samba, no Rio de Janeiro, que promove diversas oficinas de capacitação de artesãs e de desenvolvimento de produtos inspirados no Carnaval carioca para comercialização em pontos de venda turísticos. A finalidade de tais oficinas é oferecer às mulheres de baixa renda das comunidades atendidas pela organização uma oportunidade de profissionalização e de conquista de autonomia. a partir de contatos travados entre o Laboratório da Representação Sensível da PUC-Rio e a AMEBRAS, foi estabelecida uma parceria para o desenvolvimento de ações de design visando a melhoria dos produtos produzidos nas oficinas. Em contrapartida, os pesquisadores do Laboratório foram autorizados a desenvolverem pesquisas junto às oficinas. Essas pesquisas visam obter uma compreensão aprofundada do processo de produção e especialmente do papel nele desempenhado pelas artesãs, inclusive no que concerne os aspectos subjetivos aí envolvidos (motivação, anseios, história de vida, compreensão do processo, auto-estima, etc.. A importãncia do papel desempenhado por tais aspectos na condução de processos de intervenção de design junto a comunidades produtoras de artesanato tem sido documentada por diversas pesquisas produzidas no âmbito do LaRS e por outros grupos de pesquisa voltados para essa temática. Todavia, o campo da pesquisa em Design ainda apresenta lacunas no tocante à fundamentação teórica, a preparação dos pesquisadores e a disponibilização de métodos adequados para a pesquisa de fatores subjetivos. Esta pesquisa pretende trazer uma contribuição nesse sentido.
Professor responsável: DENISE BERRUEZO PORTINARI
Aluno(s) envolvido(s): SANDRA BARBOSA BASTOS

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sub-item Título do projeto: Teto Verde : Uma proposta ecológica e de melhoria do conforto ambiental a partir do uso de coberturas vegetais nas edificações.

Descrição do projeto/resumo: O Eco-Design tem como ênfase a elaboração de ferramentas e metodologias que possibilitem a inclusão de parâmetros ambientais no projeto. Para atingirmos o desenvolvimento sustentável, é necessário o desenvolvimento de soluções projetuais minimizem os impactos ambientais e maximizem a conservação dos recursos naturais decorrentes do uso e da produção destes objetos, sem deixar de atender simultaneamente as especificações de qualidade, desempenho e custo. Neste aspecto, é relevante o papel da ocupação humana nas cidades, concentrando e adensando demograficamente espaços urbanos despreparados para este aporte. As construções erguidas neste contexto estão condicionadas a técnicas e referenciais de épocas em que os agravantes ecológicos não eram percebidos. Repetimos insistentemente modos de agir que ignoram as necessidades de adequação às questões ambientais. Nossos equipamentos, objetos, incluindo as construções devem ser analisados dentro de um novo contexto, onde as necessidades e solicitações de convivência com o ambiente requerem novos procedimentos no uso do espaço habitado. O espaço é formado pelas interações de um sistema de objetos e um sistema de ações que não podem ser vistos separadamente, como ressalta o geógrafo Milton Santos. As moradias representam um bem indispensável para a sobrevivência do homem, um direito exigido que determina comumente um fator de preocupação das cidades. A ocupação descontrolada do solo com a urbanização acelerada e a verticalização dos espaços que geram um aumento de serviços de infra-estruturas a ser oferecidos, além do aumento no consumo de energia, determinam conseqüentemente um aumento na temperatura da cidade. A impermeabilização do solo urbano, os aparelhos de refrigeração, os automóveis e os materiais de construção que compõem a malha urbana refletem o calor emanado pelo sol, numa atmosfera desprotegida de sua camada de ozônio. A inércia térmica acumulada pelos materiais, principalmente das coberturas das moradias, são grandes responsáveis por este fator de desconforto climático. Pesquisadores vêem a algum tempo trabalhando em soluções que minimizem estes fatos e uma alternativa conhecida desde os ancestrais é a “cobertura vegetal”, ou seja, soluções que utilizam jardins e gramados em substituição às tradicionais coberturas de telhas, lage, folhas de aço, dentre outras, que tradicionalmente cobrem as edificações. Nas cidades esta técnica vem sendo abordada timidamente em experiências esparsas, porém já de grandes impactos conceituais. O isolamento térmico propiciado pelas camadas vegetais permite um ambiente interno mais agradável e diminui a reflexão e absorção de calor nas coberturas, baixando assim a temperatura emanada ao do espaço envoltório. O conseqüente aumento da superfície vegetal, garante também elementos orgânicos que absorvem gás carbônico resultante da combustão dos veículos que circulam na cidade, colaborando com a redução do efeito estufa. Considerando a contribuição destes dados na escolha de materiais e sistemas construtivos a serem implementados nas cidades, buscamos observar a importância da contribuição do eco-design no desenvolvimento de técnicas de aplicação das chamadas coberturas verdes nas construções. Neste trabalho pretendemos levantar os casos situados na cidade do Rio de Janeiro, analisar as condições, financeiras e culturais, que possibilitaram e que possam a utilização deste conceito construtivo, verificar alguns aspectos ligados à redução dos impactos ambientais e analisar possíveis contribuições do design no sucesso destas iniciativas.
Professor responsável: ALFREDO JEFFERSON DE OLIVEIRA
Aluno(s) envolvido(s): LAURA VIEIRA DE GOUVEA

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sub-item Título do projeto: GERAÇÃO DE TECNOLOGIA ACESSÍVEL COM MATERIAIS NATURAIS E DE APLICATIVOS NO MEIO SOCIAL

Descrição do projeto/resumo: Este projeto se insere na linha de pesquisa do programa de pós-graduação: Tecnologia Educação e Sociedade, do Departamento de Artes e Design. Os trabalhos são feitos no Laboratório de Investigação em Living Design (LILD) antigo LOTDP (Laboratório Oficina de Treinamento e Desenvolvimento de Protótipos), e tratam da geração de tecnologias acessíveis para construção no meio rural em comunidades de poucos recursos. São construções de objetos práticos de uso cotidiano nas atividades de morar, domésticas de ensino, terapêuticas e de lazer. São objetos de baixo impacto ambiental, baixo custo energético, e de fácil manutenção e apreensão das técnicas de construção
Professor responsável: JOSE LUIZ MENDES RIPPER
Aluno(s) envolvido(s): PATRICK LOPES STOFFEL

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sub-item Título do projeto: "Voce tem fome de que?"

Descrição do projeto/resumo: Durante muito tempo considerou-se a fome como um problema concentrado geograficamente e relacionado à falta de produção de alimentos. As soluções sugeridas nos anos 70 apontavam para medidas de ordem tecnológica com ênfase na produção. Entretanto, a despeito da enorme quantidade de alimentos produzida hoje no mundo, ainda existe um contingente de milhões de pessoas em situação de fome, em diversos países, mesmo onde há excesso de disponibilidade calórica. A fome não existe por falta de alimentos, mas por falta de renda por parte da população para adquiri-los em quantidade permanente e com qualidade adequada. Em consonância com o compromisso social do Laboratório/Núcleo de Arte Eletrônica do Departamento de Artes & Design da PUC-Rio de desenvolvimento de projetos que possam trazer beneficio às camadas mais carentes da população brasileira, o projeto “Você tem fome de que?” focaliza as causas, desafios, consequências e possíveis soluções para o problema da fome e miséria no Brasil e no mundo. Através da criação de uma instalação multimidiática interativa, na forma de uma cafeteria, são apresentados, de forma imersiva e original, dados sobre a fome no Brasil e no mundo, dados sobre participação popular no combate à fome, e a diversidade de opiniões existentes sobre o assunto por parte da população.
Professor responsável: REJANE SPITZ
Aluno(s) envolvido(s): ANDREA DE CASTRO SONNENFELD VILELA

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sub-item Título do projeto: Estudo sobre recursos sintáticos e semânticos do design gráfico editorial

Descrição do projeto/resumo: Este projeto representa um dos eixos temáticos do Núcleo de Estudos da Imagem no Design do Grupo de Pesquisa Sistemas de Significação no Design do LabComDesign - Programa de Pós Graduação em Design do Departamento de Artes & Design da PUC-Rio. Faz parte dos trabalhos de pesquisa do aluno de doutorado, Licinio Nascimento de Almeida Junior, que trata dos efeitos retóricos da mensagem do Design Gráfico nas capas das principais revistas noticiosas brasileiras – Veja (editora Abril), Época (editora Globo) e IstoÉ (editora Três). Revista é uma “publicação periódica que trata de assuntos de interesse geral ou relacionados a uma determinada atividade ou ramo do conhecimento (literatura, ciência, comércio, política etc.)” (...) (Rabaça e Barbosa, 2001:646). É um “veículo impresso, de comunicação e propaganda, quase sempre ilustrado, que atinge a um público determinado de acordo com suas características específicas e sua linha editorial: há revistas de informação, de entretenimento, de propaganda ou mensagens institucionais ou doutrinárias, artísticas, literárias, educativas, culturais, científicas, de humor etc” (ibid.). Segundo Lessa (1998:50), “o design gráfico lida com a imagem, no sentido de doxa (opinião/fama). Agencia o desejo de aparecimento do mundo”. E esse desejo de aparecimento revela as muitas instâncias da comunicação. Na composição gráfica de uma capa ou páginas de revista, por exemplo, a análise da estrutura possibilita uma outra dimensão interpretativa além das palavras. As imagens podem amplificar ou restringir um discurso. Até as palavras dispostas graficamente podem ganhar um peso semântico diferenciado em seu argumento. Toda revista, noticiosa ou não, segue uma linha editorial. Segundo Rabaça e Barbosa (2001:432-433), linha editorial é a “direção seguida por uma empresa de comunicação na programação de seus produtos (livros, revistas, jornais, programas de tv e rádio, vídeos, discos, sites etc.), na elaboração de matérias e no próprio tratamento de seus conteúdos. Implica diretamente a decisão sobre os produtos a serem publicados e baseia-se numa política editorial”. Esses autores consideram-na (linha editorial) também como o “estilo e postura de um determinado veículo ou de um produto editorial (...) característica de apresentação de jornal, revista, newsletter, programa televisivo, CD-ROM, site da internet, etc” (ibid). Considerando os aspectos ideológicos e, conseqüentemente, as políticas A política editorial consiste em um “conjunto de diretrizes que norteiam a definição da linha editorial em uma empresa de comunicação, caracterizando sua posição no contexto cultural e político” (ibid., p.577). Assim, o que é veiculado pela grande mídia são fatos, que viram matérias jornalísticas (notícias , reportagens ), sob um ângulo de visão, ancorado numa política editorial, que é direcionada por uma determinada ideologia. Considerando os aspectos ideológicos e, conseqüentemente, as políticas editoriais das revistas, coloca-se o trabalho de uma subárea do design, caracterizada como design gráfico editorial, “que é o segmento que trabalha com um tipo de empreendimento específico que produz livro, jornal, revista. Ele trata do projeto gráfico do material que será veiculado essas mídias e é responsável pela visualidade do projeto editorial” (Niemeyer, 2002:26-27). O design gráfico editorial assume a função de ser meio e modo visual pelo qual o projeto geral do periódico vai se dar a conhecer. Esse projeto gráfico define a estrutura através da qual uma publicação constrói sua identidade por elementos invariantes e variantes. Eles ensejam o reconhecimento da publicação e de sua renovação a cada um dos seus sucessivos exemplares, em uma tentativa constante de equilibrar o previsível e esperado com o surpreendente e novo, em suma, a informação com a redundância (Niemeyer, 2002:27). E é a partir dessa construção de identidade que o design gráfico editorial assume a função de meio e modo visual, que trabalha os anseios da política editorial de uma revista. Essa política editorial decide, fundamentada em sua ideologia, o que e como se dá a abordagem jornalística apresentada ao grande público por meio do design gráfico editorial. O estudo da linguagem do design gráfico enseja amplificar a verificação do intuito comunicacional das políticas editoriais das revistas, considerando a estrutura visual e, conseqüentemente, o seu apelo persuasivo. A análise ganha uma nova dimensão, novos atributos comunicacionais podem ser explorados e possibilita um mergulho em um universo carregado de possibilidades: pode um texto publicado numa revista noticiosa ser analisado independentemente da imagem, ou pelo menos sua composição gráfica (diagramação)? Numa matéria jornalística, quem tem mais peso semântico, o texto ou a imagem?
Professor responsável: VERA LUCIA MOREIRA DOS SANTOS NOJIM
Aluno(s) envolvido(s): WELIDA JOSE BARBOSA

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sub-item Título do projeto: Da exploração ao produto: um experimento sobre processo de design

Descrição do projeto/resumo: A maior parte dos produtos vem evoluindo de forma incremental a partir de um processo de design convencional (PUGH, 1990). Um dos aspectos deste processo é a divisão entre o espaço do problema e o espaço da solução.Pode ser dito que esta divisão caracterizaria um projeto, ou seja, a solução surge de um problema pré-definido e anteriormente analisado. Algumas propostas, como por exemplo, a engenharia simultânea, questiona a eficiência desta seqüencialidade e propõe uma maior sobreposição das etapas do processo de projeto como meio para reduzir tempo e recursos. Outros autores defendem a contextualização do método ao projeto (BAXTER, 1995, PMI, 1996). Desta forma, contextos dinâmicos ou produtos inovadores exigiriam processos com maior sobreposição entre o espaço do problema e da solução em um projeto (IANSIT, 1995). Em uma situação extrema, em projetos altamente inovadores, ligados a estratégias de previsão do futuro, esta seqüência pode ser invertida. Partindo de experimentações e soluções, algumas empresas de ponta questionam suas estratégias, redirecionam conhecimentos e capacitações tecnológicas a partir concepções de produtos(Philips Corporate Design, 1996). Desassociam o projeto de um problema específico pré-determinado, porém relacionado com algum aspecto que caracteriza seu ambiente, seus recursos ou com seu contexto futuro de atuação. No entanto, a maioria das empresas encontra muitas justificativas para manter suas estratégias e processos de desenvolvimento dentro de parâmetros conhecidos e muitas vezes também utilizando processos reativos, até mesmo optando pela cópia como estratégia de desenvolvimento de produtos.
Professor responsável: CLAUDIO FREITAS DE MAGALHAES
Aluno(s) envolvido(s): HELENO DE ALBUQUERQUE P BITTENCOURT

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sub-item Título do projeto: Taxonomia para bancos de dados de difusão de conteúdo narrativo multimídia.

Descrição do projeto/resumo: Ano passado foi criado no DAD (Departamento de Artes e Design) o LaDeH (Laboratório de Design de Histórias) e oferecida pelo primeiro ano a eletiva homônima (Design de Histórias) que consolida a organização dessa área de pesquisa sobre teoria e técnica narrativa no campo do design. O ineditismo dessa área e o volume de material de pesquisa produzido no ano passado levantaram um problema de documentação diretamente ligado ao referencial teórico da pesquisa: como organizar para o leitor um conteúdo tão diversificado. Com uma perspectiva originariamente multimídia, as experiências narrativas produzidas pelo laboratório vão de animações a performances passando por ilustração literária ou quadrinhos, ou seja, uma produção extremamente híbrida. Como toda narrativa se concretiza apenas com o leitor, o laboratório vislumbra na WEB um lócus profícuo para o consumo simultâneo dessas experiências organizando conteúdos tão diversificados e, ao mesmo tempo, permitindo aferir dados necessários à pesquisa. No entanto, levando em conta o referencial teórico desenvolvido nos experimentos do laboratório, cria-se uma problemática em torno de qual a melhor técnica de difusão para esse tipo de conteúdo. Levando em consideração o atual modismos de sites como U-TUBE, que disponibilizam conteúdo multimídia, identificou-se na problemática de nossa pesquisa uma questão contemporânea e relevante: quais são as experiências contemporâneas de difusão de conteúdos híbridos, e o que elas falam de nossa cultura me relação à narrativa?
Professor responsável: NILTON GONCALVES GAMBA JUNIOR
Aluno(s) envolvido(s): JULIO GADELHA PARENTE

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